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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
amanhã galera, surf, música e arte na praia do francês! segundo dia de circuito Cultural
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
1º Circuito Cultural, praia do Francês
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Um movimento pela expansão da Mente!
Boa Sorte a todos nós... !
domingo, 5 de dezembro de 2010
Poesia do Dia... um fragmento de Alvaro de Campos (Fernando Pessoa)
Que sei eu do que serei, eu que não sei o que sou?
Ser o que penso? Mas penso tanta coisa!
E há tantos que pensam ser a mesma coisa que não pode haver tantos!
Gênio? Neste momento
Cem mil cérebros se concebem em sonho gênios como eu,
E a história não marcará, quem sabe?, nem um,
Nem haverá senão estrume de tantas conquistas futuras.
Não, não creio em mim.
Em todos os manicômios há doidos malucos com tantas certezas!
Eu, que não tenho nenhuma certeza, sou mais certo ou menos certo?
Não, nem em mim...
Em quantas mansardas e não-mansardas do mundo
Não estão nesta hora gênios-para-si-mesmos sonhando?
Quantas aspirações altas e nobres e lúcidas -
Sim, verdadeiramente altas e nobres e lúcidas -,
E quem sabe se realizáveis,
Nunca verão a luz do sol real nem acharão ouvidos de gente?
O mundo é para quem nasce para o conquistar
E não para quem sonha que pode conquistá-lo, ainda que tenha razão.
Tenho sonhado mais que o que Napoleão fez.
Tenho apertado ao peito hipotético mais humanidades do que Cristo,
Tenho feito filosofias em segredo que nenhum Kant escreveu.
Mas sou, e talvez serei sempre, o da mansarda,
Ainda que não more nela;
Serei sempre o que não nasceu para isso;
Serei sempre só o que tinha qualidades;
Serei sempre o que esperou que lhe abrissem a porta ao pé de uma parede sem porta,
E cantou a cantiga do Infinito numa capoeira,
E ouviu a voz de Deus num poço tapado.
Crer em mim? Não, nem em nada.
Derrame-me a Natureza sobre a cabeça ardente
O seu sol, a sua chuva, o vento que me acha o cabelo,
E o resto que venha se vier, ou tiver que vir, ou não venha.
Escravos cardíacos das estrelas,
Conquistamos todo o mundo antes de nos levantar da cama;
Mas acordamos e ele é opaco,
Levantamo-nos e ele é alheio,
Saímos de casa e ele é a terra inteira,
Mais o sistema solar e a Via Láctea e o Indefinido..."
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
areia ao seus pés, e o mar na sua pele
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| foto: web |
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| fotos: web |
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
ele diz o que eu queria dizer, mas não sei como!
Vinicius de Moraes (poeta camarada)
"E por falar em saudade onde anda você
mas a única certeza que temos é a certeza da morte...
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Moment, musical! "confraria das sedutoras
3 na Massa e a Confraria das Sedutoras
Formada por Púpillo (bateria), Dengue (baixo) e Ricca Amabis, o 3naMassa tenta reformular o conceito de sensual dentro da música brasileira atual. Sempre presente na música, o amor com o tempo foi se tornando mais frio, e os valores em relação aos sentimentos mudam com decorrer do tempo.
O que era um projeto torno
u-se um disco. Existem mais pessoas por trás da sensualidade envolvida nas músicas do 3naMassa, além dos 3, a massa ainda conta com participações nas letras de Jorge du Peixe (Nação Zumbi), Junio Barreto, Rodrigo Amarante (Los Hermanos), Fernando Catatau (Cidadão Instigado), Lirinha (Cordel do Fogo Encantado), Bacteria (Mundo Livre), Felipe S e Marcelo Campelo (Mombojó), China, e outros.
A primeira música que ouvi foi “Tatuí”, cantada por Karine Carvalho, foi amor a primeira vista. Mim conquistou logo de cara! Letra composta por Rodrigo Amarante, o arranjo e o balanço que música tem faz você dançar espontaneamente. “Morada Boa” interpretada por Nina Miranda carregadas de imagens cinematográficas, escuntando o 3naMassa, eu fico imaginando cenas, imagens... Clichês interpessoais.
Na música “Quente como Asfalto”, a voz sedutora que lhe entra nos ouvidos, o tom da voz como um cochicho, faz a temperatura subir, aguçar os sentidos, sensualidade bastante presente, deixado bem claro no nome do disco. Como também, fica claro na música “Seu Lugar” interpretado pela atriz e cantora Thalma de Freitas, onde põe todo seu talento. Inclusive o Clipe desta música ficou muito Belo esteticamente.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
F FOR FAKE! (1974), uma história de Verdades e Mentiras.

Por: Jaymerson Lima
F For Fake, filme produzido pelo enigmático Orson Welles, o mesmo que dirigiu e atuou no premiadíssimo Cidadão Kane, começa com truques que enganam os olhos. Com seu ar misterioso, Welles mostra truques de mágica para uma criança, que observa atentamente. Mas logo após, ele mostra que por trás de mágicos, a assistentes, que fazem com que aquilo pareça real nos seus olhos. Entre “verdades e mentiras”, Wells compõe sua obra!
Com seu objeto, ele anuncia: “um filme sobre trapaça e fraude. Sobre Mentiras”. Com depoimentos do próprio Wells, o filme é meio tenso, por que você num sabe se o falsificador é falso, ou não! Tendo em vista, que F For Fake é filme de como produzir filme. As sucessões de imagens, os vários olhares para a personagem Oja... Diferentes posicionamentos, diferentes ângulos, novos recortes, tudo isso usadas inteligentemente para seduzir o telespectador, manipulá-lo, iludi-lo.
Mais a frente, Wells apresenta os personagens Elmyr de Hory e Clifford Irving, falsificadores que irão dar base para a discussão que Welles irá propor no filme. Que logo cruzaram os caminhos da belíssima Oja.
O filme mostra falsificadores que enganaram grandes conhecedores de arte. Onde seus talentos eram depositados para fazer falsificações, copias de obras únicas, até os pintores se confundia ao se deparar com uma obra sua falsificada. Assim, Wells, lança a pergunta: Será Arte?! A partir disso o Falsificador também é um artista, tendo em vista que ele extrai a beleza de quadros de artistas consagrados, retira e recria a aura da obra de arte, serão artistas, tens valor?
Walter Benjamim no seu texto “ a obra de arte na era da reprodutibilidade técnica”, tenta trazer uma discussão parecida do filme. Para Benjamim, a criação artística é única, carregada do aqui e agora. Conceituando a aura da obra de arte, onde uma simples cópia não traria a aura existente na obra única, original.
Utilizando do processo de montagem do filme, Wells questiona a veracidade da arte, exemplificando a modificação da realidade e a construção da ilusão de que a arte é capaz. A dúvida é sempre presente no filme de que o falsificador na verdade, é um falso falsificador. Mas no decorrer do filme, Elmyr falsifica Modigliani, Picasso, entre outros em questão de horas. Agora a Pergunta... Um falsificador que copia Modigliani, Picasso com tamanha destreza não é um artista?!
Em F For Fake o conjunto imagético é simples. A narrativa do filme que muitas vezes, fragmentada e repleta de interrupções abruptas, propositalmente, afim de, distanciar o espectador da trama, levando-o a se questionar sobre o valor de alienação, analisada de múltiplas formas pelas obras falsificadas em questão. Welles encara o cinema como um instrumento de ilusão, de recriação e transformação da realidade, realizada, sobretudo, através da montagem.
Oja, a belíssima mulher, personagem do filme dotada de um mistério esplendido, coloca-se novamente no filme, sempre a atrair olhares voluptuosos por onde passa. Um desses olhares era o olhar do Gênio Pablo Picasso, que vislumbrado pela beleza da moça, compõe 22 quadros. Mas, ela termina levando-os com ela quando decidi ir embora. Um tempo depois do envolvimento dela com Picasso, ele descobre que ela decidiu colocar os quadros em exposição. Furioso, Pablo decidiu ir atrás dos seus quadros, chegando lá não reconhece nenhuma das suas obras da exposição. Tenta reaver os originais, mas descobre que foram queimados, e que os que estavam na expo, eram todos falsos pintados pelo avô de Oja, Elmyr. Com sua narrativa forte, dentre inúmeras quebras de narrativa, Welles aparece novamente para dizer que a historia entre Oja e Picasso era falsa, era mentira. No entanto, mesmo sendo falsa, a trama pode trazer sensações de uma história real. Assim sucede nas obras de Elmyr, podendo ser contemplando e obter as mesmas reações que o original.
Mas o Fato é que F For Fake, é um filme fora do comum, onde Welles trabalha sua genialidade para criar dúvidas! Isso mesmo, ao final do filme temos mais interrogações do que certezas, a dúvida é constante... É Verdade ou Mentira?!
Um fato curioso em que fiquei pensando foi em uma coisa que li, no livro chamado Boêmios, que no inicio da carreira do Pablo Picasso muitos pintores que conviviam com ele tinha receio de mostrar suas obras ao olho atento do gênio, pois ele copiava o que via e melhorava em suas obras... Será que num tem um pouco de Picasso nesse personagem criado por Orson Welles, o grande falsificador Elmyr?
Mas o fato é que a história é atraente, mesmo sendo mentira, sendo verdade... Quem não se deliciou com as passadas da linda Oja, suas pernas misteriosas e seu olhar profundo! A história que cercava em cima do maior falsificador de todos os tempos, o valor da cópia, é arte ou não?! Quem com todos os seus talentos poderia apenas recriar obras com uma presteza formidável, no entanto, não criava suas próprias obras? No entanto, recriava um quadro famoso, em horas, com a mais perfeita sincronia, pode ser chamado de artista?!
F For Fake, fique atento!
sábado, 7 de agosto de 2010
O garoto Kieron, pequeno génio da Arte!

Tudo começou durante férias da família na Cornualha, na costa sudoeste da Inglaterra, quando Kieron tinha 5 anos. Inspirado pela vista do porto, o menino pediu aos pais seu primeiro caderno de desenho."Quando ele começou a pintar, acordava todas as manhãs às 6h, e nós acordávamos ouvindo o tilintar dos vidros de geleia com as tintas. E ele ainda é assim" diz o seu pai, Keith Williamson.
A crítica está comparando Kieron Williamson, com o Picasso. O diretor da galeria onde os quadros do garoto estavam sendo expostos, Adrian Hill, disse que Kieron vem se aprimorando a cada dia que passa. “Foi uma transição muito rápida de um bom pintor amador mirim para alguém que está produzindo telas de valor comercial. Para ser franco, foi chocante, algo totalmente único”, disse ele.
Será que estamos olhando para o novo Génio da Arte?! Só o tempo dirá!
Kieron tem uma lista de espera de centenas de interessados em suas obras. Os pedidos de trabalhos dele chegam de todo o mundo. Embora todo o sucesso de suas obras, a família do garoto não deixa ele sofrer pressões, pinta apenas quando quer e o que quer!
Novos briquedos da Sony...

DSC-WX5 fotografa em 3D apenas com uma lente, algo inédito no mercado. Sua grande angular é de 24mm f/2.4 (equivalente a 35mm), e a máquina vem equipada com sensor Exmor R CMOS, que permite fotos com o dobro da sensibilidade das convencionais, o que dá mais cor e realce aos detalhes.
Com apenas um disparo a câmera permite tirar fotos panorâmicas: basta mover a camera da esquerda para direita, de cima para baixo, que faz imagens sem emendas!
Outra novidade é a NEX-3, que pode trocar de lentes, sua lente é intercambiável compatível com as da ALPHA.
sábado, 5 de junho de 2010
Faz você Mesmo, e Faz o que:

Fanzines!
Surgido na década de 30, nos Estados Unidos, os fanzines era produzido por pessoas que tinha a necessidade de trocarem informações sobre determinados temas em comum que a grande mídia não divulgava. O nome Fanzine surgiu porque, esse meio de informação alternativa era produzido por fãs de bandas, artes, tudo que despertasse o interesse dessas pessoas que o produzia. Com o tempo logo se tornou o lugar para a reflexão critica e debates de idéias. O primeiro zine que se tem notícia chamava-se The Comet, voltado para ficção científica, tema esse, considerado como sub-literatura na época, ou seja, não se era divulgado essas coisas na grande mídia.
Os fanzines ele são um livre espaço para experimentações que não existem no meio comercial, você pode colocar sua criatividade em pratica, e não importa se muitos não vão gostar, mas sim, pode acreditar sempre vai ter alguém que goste! Para se produzir um Zine, basta apenas à vontade de expressar opiniões, ideais e pensamentos, há sem esquecer, de uma copiadora barata.
Foi com esses elementos que os punks na década de 70 fizeram sua cultura circular por toda a Europa e também nos EUA. Os zines que tiveram mais sucesso nessa época foram dois, Sinffin Glue, da Inglaterra e o Punk de Nova York, ambos não duraram muito, mas já deram a iniciativa para vários jovens produzirem os seus. Mostrando assim que qualquer pessoa poderia fazer o seu. Um dos zines mais populares foi o Maximumrocknroll, onde enfatizou uma política de igualdade e que ajudou a forma opinião de milhares de punks ao longo dos anos. A Maximumrocknroll detém uma forte influência para jovens punk, mais na opinião de muitos ela faz um ótimo trabalho para atingir seus objetivos entre eles estão, o fórum para atitudes progressistas dentro da cena punk/h
ardcore e proporcionar a documentação para as mudanças internacionais que os afetam política, social e culturalmente.Em 1989, surge uma alternativa mais radical à maximumrocknroll, o Profane Existence de cunho anarquista, onde divulgavam bandas políticas e sua política agressiva, atraindo assim a aceitação de jovens europeus. É também durante os anos 80 que outros assuntos começam a surgi, esses ligados aos movimentos ecológicos e variados. No Brasil o primeiro zine a ser publicado que se sabe foi o FICÇÃO, Criado Por Edson Rontani em 1965, em Piracicaba, São Paulo. Naquele tempo as produções independentes conhecidas como fanzines, eram chamadas de Boletim. Rontani naquela época já trazia no Ficção textos informativos e uma interessante análise das publicações brasileiras de HQs(quadrinhos) desde de 1905.
Ficção saiu no dia 12 de outubro, onde o foco eram os quadrinhos e os amantes dessa arte. Rontani era múltiplo — responsável pelo primeiro zine brasileiro, artista plástico, ilustrador, pintor, escultor, desenhista, e também jornalista. Na época o foco eram os quadrinhos, muitos dos ilustradores fizeram fama nos Fanzines, elaborando ilustrações para publicações independentes, já que a os meios de comunicação de massa não os adotavam. Ziraldo foi um deles que fez fama através das ilustrações publicadas nos Zines da época.
os editores pagam a confecção dos folhetins, alem de serem responsáveis pela coleta das informações e pela diagramação. Os fanzines ele da o direito dos leitores colaborarem. Essa é a idéia, a troca de informaçã
o. Não a um padrão para se produzir um fanzine, pode ser uma pagina ou vinte, depende da condição de quem esta produzindo, afinal, na maioria das vezes as despesas da publicação é paga pelo editor do zine.O fato é que produzir um zine é muito mais que ter suas idéias num papel. É difundir seus pensamentos, desejos, anseios, dor, frustrações do mundo, arte, música, poesia, bandas, ou seja, tudo que for de seu gosto você terá a liberdade de expor em um fanzine basta usar a criatividade! Nos dias atuais com a propagação dos computadores, novas formas de comunicar-se com o mundo e as pessoas, tornou a publicação de um zine mais fácil de produzir e divulgar; de trocar figurinhas com outros editores de fanzine através de blogs e site; e desenvolver uma cena local dando meios para que haja uma interação entre a comunidade interessada, Um fanzine é um meio interessante para a divulgação de produção cultural.
Espero que com esse zine apareçam outros sobre vários assuntos, em vários formatos e que faça valer a cena local.
fontes imagens: internet.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
CADILLAC RECORDS:
Meu Cadillac Blues!
Baseado em uma gravação de rádio, Cadillac Records é um filme que aborda a história da gravadora que deu voz aos negros. Que na época vivia em plena segregação racial, o preconceito contra eles era voraz; Mulheres lindas, vistosas, chiques, e negras! Eram obrigadas a levantarem-se dos acentos dos ônibus para mulheres Brancas. No meio dessa loucura surge a CHESS RECORDS, do Executivo Leonard Chess (Adrien Brody). Judeu de origem pobre acaba montando um Bar, e depois à gravadora que ia influenciar os maiores nomes da música mundial.
Localizada em Chicago, por lá passaram vários nomes do Blues, Rhythm Blues, entre outros. Muddy Walters foi o primeiro a ser contratado pela gravadora de branco com som negro. Ele amplifica sua guitarra e com sua voz, cantavam as dores do Blues. No entanto ele não guardava rancor, apenas as colocavam pra fora com seus solos e slides as magoas da vida. Já o Pequeno Walter, era um tanto louco genial, um dos primeiros a tocar a gaita amplificada. Bebia, brigava; malandro se metia em varias confusões, mas com a sua harmônica, se tornava um mestre com seus solos intermináveis e tocantes. Tocava de forma diferente, ele não preenchia espaço, apenas era o espaço. Little Walter (Columbusv Shorti) interpreta “My Babe” de Willie Dixon, Bêbado, alucinado com seu primeiro porre de álcool, My babe, fica irreverente na voz do walter, empolgante e etílica no filme.
No cenário de sexo, drogas, R&B, violência e segregação, onde um negro com violão e de cadillac, tinha poder pra época. Os altos e baixos enfrentados por seus personagens, mostrado no filme. O fato é que ninguém queria tocar, produzir aquela música de negros, mas a Chess Records quis. Gravou e ganhou muito dinheiro com isso.
Mas Adiante, Etta James (Beyoncé Knowles) era a mulher que cantava no tom dos homens. Com sua voz marcante interpreta AL Last, o sentimento Põe-se pra fora naturalmente, Flui junto com as dores do mundo. Tanto ela como o pequeno Walter, ao contrário de Muddy, não conseguia viver uma vida sem magoas, remoia o passado e aquilo a consumia.
Continuando a história... A Chess Records, a cada sucesso gravado e vinculado nas rádios era motivo de premiação, Leonard Chess dava Cadillacs aos seus ”protegidos”. O Moço negro do cadillac vermelho comia e dormia no carro, não financiava os restaurantes e pousadas segregacionistas. O nome dele era Chuck Berry. Que com sua música tornou-se a galinha dos ovos de ouro da Chess. Ninguém sabia o que ele tocava --- Muito Blues para o country e muito country para Blues, ou seja, ninguém sabia o que era aquelas danças e nem ia saber se a CHESS não tivesse dado a chance para mostrarem do que eram capazes.
Agora negros e brancos freqüentava o mesmo salão, divididos apenas por umas cordas, na metade do show não existia etnia e sim música, não cor, só som. Chuck é acusado de manter relacionamento com uma fã de menor de idade e ele é preso. Nos shows o que prevalecia era a música e não a cor.
Por ser um conteúdo histórico, o filme é muito interessante, e além do mais, a base da música é blues, um ritmo que todo mundo quis tirar vantagem. Várias bandas tiveram influências do som deles, como por exemplo, Bob Dylan e os Rollings Stone, que é o nome de uma música do Muddy Walters. Imaginem o que seria esses tempos de hoje sem a guitarra e a voz de Muddy, sem a gaita amplificada do Pequeno Walter. Eles amplificaram o Som, mas não para ficarem mais altos, porque já eram, mas sim para energizarem, eletrificarem os corações.







