Acordo, levantando sobre o colchão bem ajeitado, ao lado da parede branca do quarto. Vou em direção a janela do quintal e lembrando um Monte de afazeres diários. As cinco eu como, as sete, preciso mudar de lado, descer uma ladeira em sol desgraçado.
Ai, rapidamente, o dia chega ao meio dele. Após ler coisas, que ás vezes fica sem sentido. Volto e refaço a leitura, onde olho o fim das paginas, pra saber se demoro a acabar... Ainda tenho que digitar!
Queria pegar e jogar tudo pro ar. Gritar, ao invés disso, brigo, xingo e dou porrada no pc, de leve pra não quebrar. Ele, às vezes da uma doida, e insistir em travar na hora que o trabalho estar perto de acabar, Ai a explosão: –– Puta que Pariu!
Vontade de jogar no chão, mas não posso, não tenho nem um tostão. E a vida de estudante me obriga a sentar na janela ligada na tomada... terminar os trabalhos e mais trabalhos!
É domingão e aqui estou eu, sobre a redação.
Chega a madrugada, após horas na edição do texto, vou ao banheiro e volto, e lá está a mensagem: erro, seu programa precisa ser fechado... — Como, Logo a agora, logo agora que ia salvar...?!
No fim, percebo que é por isso que os computadores não dominaram o mundo, eles dão erro...
